A vida não é minha

Suely Tonarque (*)   A transformação do corpo no decorrer do sempre – nascimento e morte – não cessa as mudanças físicas e psíquicas: é necessário ter olhos abertos, sentimentos com cores e brilhos e atenção para as alterações – olfato, audição, visão, paladar e […]

Minha avó

Suely Tonarque(*) Minhas experiências com minha avó Rosa Garibaldi ainda estão guardadas no lugar das memórias afetivas – italiana, baixinha, olhos azuis, cabelo loiro, às vezes de permanente, magrinha e sempre com um sorriso quando os netos e netas chegavam. O pão feito por ela […]

Da importância de se maravilhar

Zília Nazarian (*) Segundo Bertrand Vergely, filósofo francês, a beleza não é simplesmente bela; é ela que nos faz viver, é ela que nos dá a força do viver. Esse princípio se refere não à beleza convencionada, mas àquela em que olhos individuais captam das […]

Para que servem os conceitos

 Dra. Maria Celia de Abreu (*)   Denominei um dos meus cursos online, postado no YouTube, de “Conceitos, Preconceitos e Fatos” – que gira em torno do envelhecimento, a principal área de interesse do Ideac. Tenho tido notícias de que ele tem rendido discussões e […]

Segundas Intenções está de volta!

Segundas Intenções está de volta! Segunda-feira é um bom dia para se distrair, participar de atividades divertidas em grupo e treinar a memória. Essa é a proposta da segunda fase do projeto “Segundas Intenções, Memórias e Histórias”, que continua dia 12, de maio, no Ideac. […]

Psicologia é ciência

Dra. Maria Celia de Abreu (*)   Escrevo este texto por causa de uma provocação que me foi trazida, nos últimos meses de 2024, pelo colega psicólogo Antônio Carlos Martinelli. Ele participa ativamente do Grupo para Estudos e Reflexões sobre o Envelhecimento Humano, do Ideac, […]

Sobre morrer … em alguns atos.

Por Jader Andrade (*)   ATO I Rio em janeiro 1979 – Tinha 17 anos quando ela morreu. Todo ano eu a esperava ansioso, aflito pelo Natal. Desde a infância, minha tia nos visitava anualmente naquele período de festas. Trazia presentes, carinhos, risadas. Ainda sorrio […]

Pessoas mais velhas aprendem?  

(*) Dra. Maria Celia de Abreu   Há quem duvide que é possível aprender quando se tem setenta anos. Ou oitenta. Quem dirá noventa!!! Só que essa é uma falsa crença. Costuma fazer parte do conjunto de falsas crenças que integram o preconceito relativo ao […]

O ano novo começou. E agora?

  (*) Maria Celia de Abreu   O ano novo começou, e não é por sermos velhos que não estamos incluídos nesse movimento de renovação. Ultrapassamos o Natal e o réveillon, os encontros de família, as festas de firma, as reuniões com colegas dos tempos […]